Identity and original design: What defines us?

Hey guys!

Today I want to share a reflection: What defines who we really are?

How many times we compare ourselves with people we see as a standard to be achieved or even as a rival?

We are living in hard times, times of competitive and comparative mindset. We are always seeeking for affirmation at social media or inside our group or family!

But what really defines who we are? External factors and experinces or values, principles and beliefs?

Identity and it’s affirmation are very important to us, right?

It is in the search of who we are that we experience new things, try to be part of something important or integrate a certain group of people, a specific “scene.”

We can seek a purpose, highlight or recognition, to receive the affirmation of who we are.

Some people bet everything in an attempt to gain the recognition and approval of people around, while others, frustrated with this perspective, seek to position themselves as if the opinion of the people around does not matter, adopting that attitude “I don’t care”, seeking,onthe other hand, only personal satisfaction.

Regardless of the position adopted, people around us, with whom we live or the ones who inspire us, influence our identity and this, in many times, turns out to be harmful over the years.

Some time ago, (on Netflix) watching a series called “Inside of criminal minds” I discovered that, through scientific observations, which aimed to analyze the profile of numerous serial killers, scientists came to the following conclusion: Most of them came from dysfunctional and abusive families with violent fathers figure, which have led to many traumatic experiences.

Moreover, the study shows the obsession with brutality in sexual intercourse came from abuses suffered in childhood.

I think this kind of observation is very relevant because, we often have no idea of how much the parents role and their authority can influence our adult lives in the most diverse areas, especially in future human interactions.

Rejection, exposure to difficult situations and traumas are reflected in the idea of who we are, shape our identity and worldview, leaving in us deep scars.

The very idea that we have of God and, paradigmas about life, are influenced by these experiences and figures of authority.

Based in my own personal experiences, I can say that I had always found some difficulty to develop a good relationship with my father at childhood.

He was an authoritarian and tough person, and this (along with other traumas I experienced) was reflected in my reactions to the experiences in adulthood.

I became a distrustful person, who could not express healthly my feelings, and this always disrupted my relationships, whether they were social, loving or professional.

What’s more, it made me have a wrong idea of who God is and it kept me distant from him for a long time.

We tend to compare God with our biological father: whether this was distant, cruel, or authoritarian (or the three things together) then we related these characteristics to the personality of the heavenly Father.

This is extremely prejudicial to our identity and spiritual health, since it is a misleading idea.

God created us to have an identity molded by His love and to be a reflection of His own character. But when we finally realize this, our identity is already marked by the sufferings and deceptions of our lives. And our mentality needs to be re-educated.

It is a slow and painful process to find the way back to our original design, which comes from a loving Father, who cares about every detail of our hapiness.

Since I have surrendered to this rediscovering of who I am in the eyes of God, I have been overwhelmed by his care and patience with my pains, worldview, and my own image.

He respects my time to assimilate His truths and dry all my tears, from the painful healings I have to go through. Always remembering me that, the final word comes from Him.

I keep walking towards my original design. It’s not easy, sometimes I feel discouraged and want to give up in the middle of the path.

I cry, I complain and I get angry; but after a while, I take a deep breath, get up and keep going.

I have faith that “He, that began the good work is faithful to finish it”.

Each day He reveals to me a new brand side of his love and a piece of his original design for me. And because of that, all I can do is trust Him and be grateful for what I already overcame!

” The Spirit you received does not make you slaves, so that you live in fear again; rather, the Spirit you received brought about your adoption to sonship. And by him we cry, “Abba,Father.” ‘” Romans 8:15

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Quantas vezes nos comparamos com pessoas que consideramos um padrão a ser alcançado ou mesmo como um rival?

Vivemos tempos difíceis, tempos de mentalidade competitiva e comparativa.

Estamos sempre buscando afirmação nas mídias sociais ou dentro do nosso grupo ou família!

Mas o que realmente define quem somos? Fatores externos e experiências ou valores, princípios e crenças?

A identidade e a afirmação dela é algo muito imporetante para nós, certo? É na busca de quem somos que experimentamos coisas novas, tentamos fazer parte de algo importante ou de um determinado grupo de pessoas, de uma “cena” específica. Podemos buscar um propósito, destaque ou reconhecimento, para receber a afirmação de quem somos.

Algumas pessoas apostam tudo na tentativa de ganhar o reconhecimento e aprovação alheia, já outras, frustradas com essa perspectiva, buscam se posicionar como se a opinião das pessoas ao redor não importasse, adotando aquela postura do “to nem aí” e buscam somente a satisfação pessoal.

Independente do posicionamento adotado, as pessoas ao nosso redor, com a qual convivemos ou nos espelhamos, acabam moldando nossa identidade e isso, muitas vezes, se revela danoso ao longo dos anos. Assim como as experiências a que somos expostos ou que buscamos.

Hoje, (na Netflix) assistindo uma série sobre “mentes criminosas” descobri que, através de observações científicas, que visavam analisar o perfil de inúmeros serial killers, estudiosos chegaram a seguinte conclusão: a maioria deles vinham de famílias desestruturadas e abusivas, com figuras paternas disfuncionais, que acarretaram muitas experiências traumáticas. E que a obsessão pela brutalidade nas relações sexuais vinham de abusos sofridos na infância.

Achei isso muito relevante porque, muitas vezes não temos noção do quanto a figura do pai ou da mãe e sua autoridade podem influenciar nossa vida adulta nas mais diversas áreas,principalmente nas interações humanas. A rejeição, exposições a situações difíceis e traumas se refletem na idéia de quem somos, moldam nossa identidade e visão de mundo, deixando marcas profundas.

A própria ideia que temos de Deus e, questionamentos acerca da vida, são influenciados por essas experiências e figuras de autoridade.

Eu, particularmente, sempre tive dificuldade em me relacionar com meu pai. Ele é uma pessoa autoritária e de difícil comunicação e isso (juntamente com outros traumas vividos) se refletiu nas minhas reações às experiências da vida adulta.

Eu me tornei uma pessoa desconfiada, que não conseguia expressar ou expor sentimentos, e isso sempre atrapalhou meus relacionamentos, fossem eles sociais, amorosos ou profissionais. E mais, isso me fez ter uma ideia equivocada de quem Deus é e me afastou dele por muito tempo.

Temos a tendência de comparar Deus com o nosso pai terreno: se este foi distante, cruel ou autoritário ( ou as 3 coisas juntas) então relacionados essas características com a personalidade do Pai celestial.

Isso é extremamente prejudicial para nossa identidade e crescimento espiritual, já que é uma ideia enganosa.

Deus nos criou para termos uma identidade moldada pelo seu amor e que seja a reflexão do Seu próprio caráter. Mas quando finalmente nos damos conta disso, essa identidade já está marcada pelos sofrimentos e enganos dessa vida.

E a nossa mentalidade precisa passar por uma reeducação.

É um processo lento e doloroso achar o caminho de volta ao plano original, que vem de um Pai amoroso e que se preocupa com cada detalhe.

Desde que me rendi a essa caminhada de redescoberta de quem eu sou aos olhos de Deus, tenho sido surpreendida pelos seus cuidados e paciência com as minhas dores, visão de mundo e de mim mesma. Ele respeita o meu tempo para assimilar Suas verdades e colhe todas as minhas lágrimas, ao longo das curas pelas quais eu tenho que passar. Sempre me lembrando que, a palavra final sobre mim, vem Dele.

Eu continuo caminhando, rumo ao meu desenho original. Não é fácil, às vezes, eu desanimo e quero parar no meio do percurso; choro, reclamo e esperneio, depois respiro fundo, me levanto e continuo.

Eu tenho fé que “Aquele que começou a boa obra é fiel para terminá-la”. A cada dia Ele me revela uma nova faceta do seu amor e um pedaço desse desenho, e o que me resta é confiar, e agradecer.

“Pois vocês não receberam um espírito que os escravize para novamente temer, mas receberam o Espírito que os adota como filhos, por meio do qual clamamos: ´Aba, Pai`”.Romanos 8:15

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Publicado por

The found daughter!

"It's all or nothing and I'm crossing that line.( I'll never look back!)"

3 comentários em “Identity and original design: What defines us?”

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